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Dióxido de titânio: EFSA diz que E171 “não é” mais considerado seguro

A European Food Safety Authority (EFSA) atualizou a sua avaliação anterior, de 2016, concluindo agora que o dióxido de titânio não pode mais ser considerado seguro como aditivo alimentar. A decisão de baseou em uma série de estudos que demonstram o dióxido de titânio afetando de forma negativa a microbiota intestinal e, na forma de nanopartículas, podendo estar relacionado ao desenvolvimento de câncer.

 

O cenário mundial dos últimos meses fez acelerar algumas tendências que estavam se instaurando aos poucos em todas as áreas. Com isso, antigos desafios se juntaram aos novos e muitos O dióxido de titânio é largamente utilizado na indústria alimentícia como um corante sem valor nutricional, proporcionado efeito branco e opaco em produtos como gomas de mascar, doces, produtos assados, entre outros.

Foram três dias de programação com profissionais renomados em diversas áreas, para trazer ao nutricionista essa diversidade de conhecimentos necessária para lidar com o dia a dia. Ao todo, foram 15 palestras ao vivo, transmitidas a mais de 400 congressistas, diretamente de um estúdio profissional na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. A E4 trabalhou com equipe reduzida e cumprindo todas as normas de segurança para trazer ao nutricionista um evento de sucesso.


A EFSA ressalta que, apesar dos estudos não serem conclusivos, que não pode descartar a preocupação com a genotoxicidade, não sendo possível estabelecer um nível seguro para o consumo. Mesmo que a absorção do dióxido de titânio seja baixa após a sua ingestão oral, a longo prazo, ele pode se acumular no organismo.

 

Fonte:.Food navigator, maio 2021

 

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