Os modelos convencionais de vendas têm se modernizado com as novas formas de varejo para o consumidor. São desafios e oportunidades de expansão de negócios, tanto para os que já estão inseridos no mercado há um longo período, como para os que estão iniciando.

Sendo assim, o comércio feito por meio de loja on-line ou e-commerce, é uma tendência cada vez mais frequente. E o consumidor, que antes apresentava preconceitos ou inseguranças em comprar pela internet, tem aumentado cada vez mais a sua confiança e entende as vantagens e as comodidades nesse tipo de compra.

Qual a perspectiva?
De acordo com uma pesquisa do Google, há a expectativa de crescimento em torno de 12,4% ao ano no comércio eletrônico.
Os números são motivadores. Porém, a venda on-line também exige uma demanda de logística e estratégia tanto na entrega do produto ao consumidor, como o marketing e na forma de comunicação que será feita.
De acordo com um estudo da Ebit, em 2016 o setor de e-commerces evoluiu e faturou R$ 44,4 bilhões, com crescimento de 7,4% se comparado ao ano anterior. E quando se trata do consumidor, 48 milhões compraram no comércio eletrônico pelo menos uma vez ao ano. Já as transações foram realizadas por meio de notebook e computador, em 75%.

Dispositivos móveis: o futuro da venda on-line
A mobilidade de estar em qualquer lugar e poder realizar uma compra pelo celular, é uma das grandes tendências. Segundo o estudo da Ebit, 78,5% das transações feitas para compras em e-commerce foram feitas por dispositivos móveis.
A mesma pesquisa prevê que 2017, o movimento de migração das vendas para o meio digital cresça 12% no faturamento do comércio eletrônico.

Como realizar a venda on-line sem prejudicar seu PDV?
A venda on-line, algumas vezes, pode ser vista como ameaça à venda direta. Porém, segundo Gustavo Negrini, diretor da E4 agência, deve-se ter cautela com a venda direta, quando simultaneamente, também se privilegia o ponto de venda.
Mas tomados os devidos cuidados, vê-se que há vantagens e bons resultados nesse tipo de venda. “Muitas vezes o produto não chega a algumas praças, como nas cidades do interior, por exemplo, e a venda on-line pode alcançar lugares novos que o PDV não alcança”, diz.
Por isso, a necessidade de investir também em negócios on-line. Portanto, para que a estratégia não falhe, segundo Negrini, vale ressaltar sobre a política dos preços, para que a loja on-line não se torne concorrente do PDV: “Deve-se ter uma política muito clara, e praticar os preços que o ponto de venda pratica para não ser uma venda desleal”, explica.

Uma boa comunicação
Para conquistar ainda mais clientes com a venda on-line, os canais de comunicação e o design são ferramentas essenciais que servem como cartão de visita para o consumidor.  Assim como, investir em mídias sociais com estratégias de branding e marketing digital e a criação de conteúdos relevantes para o público e falando a linguagem adequada à realidade cotidiana deles.

Tenha um repertório a partir de territórios e linhas editoriais. A interação com janelas de bate-papo e e-mail disponíveis no site também são pontos relevantes.

Atenção ao tráfego
Direcionar consumidores para o site é uma forma de aumentar também as chances de venda. Investir no Google, em anúncios pagos a cada clique, ou técnicas de SEO (com posicionamento por meio de palavras-chave e segmentação) é outra forma. Assim como, os e-mails marketing com estratégias de conteúdo para chamar a atenção do cliente.
Essas são algumas das estratégias para que as empresas estejam cada vez mais próximas do consumidor e sejam reconhecidas não apenas no meio offline, mas também no on-line.

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